Jornal A Cidade
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Santa Maria, Quinta-Feira, 14 de Março de 2019 - Ano XX - Edição 1265 - R$ 2,00
EDIÇÃO 1265 CIDADE 14 de Março de 2019
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Parque do sol e Sarandi.

Cidade: sarandi parque atravessarmos
[ Foto sobre Sarandi e o Parque do Sol ]
Arquivo: Material publicado na Edição 1265 do Jornal A Cidade.

Ao atravessarmos o viaduto do castelinho, a nossa direita avistamos o bairro Cerrito com seus morros e sua preservação ambiental, na 509 deste ponto até o viaduto da Osvaldo Cruz, constatamos um crescimento espetacular lado a lado da 509, principalmente após a duplicação, que será pauta para as próximas edições. Mas é bom olhar destes viadutos os morros do Norte e do Sul que embelezam nossa cidade em todos os sentidos. COM FOTO Parque Sarandi: É um loteamento construído na década de 60, no sistema daquele tempo em que as ruas simplesmente eram abertas sem qualquer estrutura. Pessoas investiram e foram construindo, hoje encontramos ali belas residências, incluindo prédios. Algumas ruas são asfaltadas, outras de calçamento além de algumas ruas originais. De fronte com a Avenida Prefeito Evandro Behr encontramos um extenso comércio, local cobiçado pelo empreendedor. Encontramos aqui as ruas José Saldanha Macedo, Silvestre R. da Rocha, Osmar monteiro de Almeida além de outras. Rua central inicia na continuidade da Osvaldo Cruz, sendo o limite o viaduto da 509. Por este caminho chegamos até o bairro São José, sociedade de medicina, cemitério pelos fundos e inclusive dá para acessar Camobi pela 287. De um lado da rua está o parque Sarandi, de outro o Parque do Sol. Este construído diferente do primeiro, com toda a estrutura necessária, além de os proprietários terem caprichado na construção, fazendo pequenos prédios e residências. O loteamento confronta com o Cerrito, onde ao lado está a reserva ambiental que é fiscalizada e administrada pela UFSM. Na rua que divide os dois bairros encontramos residências e atividades comerciais, além de ser uma região nobre a direita sentido centro-bairro. Algumas ruas deste bairro são Guilherme Rau, Marcilio Dias e Marcos Teixeira, além de outras. A localização é privilegiada, a estrutura do local que dá suporte aos moradores, o que aqui também deixa a desejar é o atendimento público, com o asfalto, calçamento que é uma arte, mas não vem sendo reparado. O que se lamenta é a falta de planejamento do governo do estado que não constava a iluminação no projeto, o viaduto estão as escuras durante a noite. A Rua Antônio Botega é o limite entre os dois bairros, com suas moradias e a parte comercial, inicia na 287 e termina lá na Rua Antonio Inácio do Amaral, que dá acesso para a 287, sendo a metade de calçamento e a outra com pó de brita. Lado a lado dessa rua encontramos dois condomínios importantes. COM FOTO VIADUTO

Publicado originalmente na Edição 1265 · 14 de Março de 2019
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