EDITORIAL
Primeiro - É bom relembrar que dia 30 é o prazo fatal para a entrega da Declaração do Imposto de Renda. Quem não faz, sabe das responsabilidades e do empecilho do dia a dia. Segundo - Devemos refletir o mês que está passando. Tudo em torno da Reforma da Previdência, a qual travou a economia do país, porque o investidor não sabe o que vem pela frente; pela conjuntura política nacional e os desmandos que acontecem lá pelo planalto. O mês ficará na história pela investigação que o STF mandou abrir e depois cancelar, menos o inquérito, sobre as Fake News. Com isso, as atenções do povo ficaram atreladas ao que se passa na capital federal. Terceiro - O mês dos feriados e o festival de multas pelos eletrônicos que favorecem a receita do poder público. Bem como, o banditismo de todas as naturezas e práticas, em que as autoridades não conseguem conter, fruto também das leis, da constituição que só criou os direitos e poucos deveres. Quarto - Vamos nos contentar a partir de amanhã “A Praça é nossa”, a praça é do povo, e a Feira do Livro é de todos, valorizando o empreendedorismo que ali existe, os autores e escritores, os lançamentos e mesmo do jeito que se encontra, contemplar a real situação se o visitante merece rever um centro histórico, a praça repleta de prédio e o quanto deveria ser feito. Levem as crianças para criarem o hábito de olhar e ler os livros. Quinta – Final de semana voltou ao normal após o feriadão. Mas a crise permanece. Mas assim mesmo, prestigie os eventos que acontecem. Temos uma riqueza e muitas vezes não sabemos aproveitá-la. Bem como quem é devoto de Santo Expedito, a romaria acontece no dominho em Itaara, com uma extensa programação. Sexto – Prevenção é a palavra chave que vivemos, onde andar, como circular, não carregar valores e não prestar informações pessoais por telefone, mesmo que sejam pessoas pedindo para entidades ou instituições. Sétimo – O comércio, na semana de páscoa, não foi bem. Temperatura com altas e baixas, chocolate nas alturas. Ainda bem que o Peixe Vivo vendeu bem. Por isso, precisamos ter persistência para seguir em frente. Com economia e uma gestão econômica. Uma pena, com tanto potencial que possuímos, não podemos desfrutar a contento, pela falta de dinheiro. Oitavo – Após a páscoa carregamos permanentemente a esperança, as pessoas passam e vão, porém as instituições e empresas permanecem, é um ciclo de total mudança que passamos, somando-se com a crise já mencionada anteriormente. No entanto a mordomia continua no mesmo ritmo no planalto e nos outros poderes. Também já estão se articulando para as eleições para permanecerem lá, é só apresentar nota de gastos e o congresso manda pagarem sem fiscalização. Com tanto ganho ainda não pagam imposto de renda, o trabalhador já vê a retenção descontada na folha. O mundo mudou, em contrapartida assistimos todos os dias às pessoas inocentes serem vítimas da fragilidade, maldade, ódio e inveja, quanto nos falta para construirmos um país ético e valorizado pelo quanto se faz. Tenho a certeza que igual a mim as pessoas pensantes devem estar refletindo sobre o março e abril no que assistimos e o quanto padecemos. Que venha maio, o mês de Maria e o da mãe, mês de aniversário da cidade. Precisamos agir e repensar as ações positivas pelo bem de todos, valorize tudo que nos foi concedido.