O feriado para o trabalhador
O dia 1º de Maio marca uma data muito importante para todos os trabalhadores, pois é comemorado o Dia do Trabalhador. Foram muitas lutas e protestos para chegar a essa data, porque até meados do século 19, os empregados nem pensavam em exigir melhores condições de trabalho aos seus patrões e trabalhavam mais de 13 horas por dia. A partir de 1886, o cenário mudou e a iniciativa partiu, primeiramente, dos Estados Unidos, onde manifestações tomaram conta de diversas cidades, reivindicando direitos trabalhistas. Esse movimento se estendeu até a França, com protestos que se alongaram até o dia 1º de maio de 1919. Com isso, o Senado francês foi o primeiro país a oficializar essa data e a jornada de trabalho foi estabelecida em 8 horas. No Brasil, os direitos foram alcançados anos depois. Em 1925, a data foi legalizada pelo então presidente Artur Bernardes, quando passou a ser feriado nacional. Já o presidente Getúlio Vargas, em 1943, criou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Esse dia é marcado por feriados espalhados pelo mundo todo, com o intuito de relembrar uma data marcada por constantes reivindicações. Atualmente, o país vive um ciclo de mudanças e transformações. Tudo o que foi construído no passado foi muito bem utilizado até há pouco tempo. Inclusive, mais direitos ao trabalhador do que deveres, respaldado pelas leis que criaram e o Legislador nunca pensou na importância do empregador. Tanto é que a mini reforma que aconteceu trouxe algumas novidades e até motivou mais o investir e o mercado. Constata-se a mudança nas ações trabalhistas, quem deveria aprovar era o empregador e não o empregado. Parece que as coisas estão mudando, já que reduziu o número de reclamações trabalhistas; o entendimento entre empregado e empregador vem acontecendo com maior intensidade. O entrave no país são os sindicatos. Que inclusive, obrigavam a empresa a descontar do empregado e repassar o valor para e entidade, que só o protege o trabalhador enquanto está empregado – pois está colaborando, obrigatoriamente, para dar suporte e sustento ao sindicato, em nosso país, alguns líderes galgaram cargos políticos, com todas as mordomias e esqueceram do trabalhador. Mas em vistas as redes sociais, eles também estão mudando e trabalhador para nós, são todas pessoas não importa uma categoria única. O país está parado. Os movimentos e as forças sindicais no passado deram um basta a inúmeros segmentos, entre outros a rede ferroviária federal. E agora, o ano começou estagnado, na espera pelas mudanças e o entrave para investir. Hoje, o empreendedor está no aguardo pela reforma da previdência. Se a resistência persistir, a troca de favores vai custar para ser aprovada e com isso o mercado parou e o desemprego aumentou. Se não for implantado um novo sistema para a nova geração, em muito breve o governo federal não terá recursos para pagar as aposentadorias e as bondades legais criadas pelos poderes a estrutura que esses ostenta; para manter é preciso que o investidor produza mais. Se faz necessário uma mudança comportamental e conscientização que o Brasil precisa mudar e valorizar a produção para o beneficio do trabalhador. O momento é de reflexão e esperança; que haja entendimento entre os poderes do Brasil.