Rodovias em obras
Elas são necessárias pois indicam o progresso de uma cidade, mas dada a carestia de verbas públicas, elas andam em passos lentos, sem prazos para terminar, o que deveria ser diferente. Ai que o adendo no contrato inicial, pela pequena infração a empreiteira para e pede reajuste, faz parte da conjuntura, pois encontraram esta lacuna no meio jurídico, de acordo com a inflação se aumenta o contrato. Comentamos a duplicação das nossas rodovias, de Camobi até a rua Duque de Caxias já está quase tudo pronto, ainda falta a sinalização e a limpeza em baixo dos viadutos, além de algum complemento nas laterais. Mas pelo menos já estão quase acabadas. O foco principal do momento é o gigantesco viaduto a ser construído no trevo do encontro das quatro entradas e saídas da cidade, em frente a Uglione. Uma grande equipe de funcionários e maquinários já estão realizando a gigantesca obra. Planejadas no início do século, existia uma fartura de verba pública, naquela época era tudo mais fácil, já no ritmo que se encontra hoje, irá levar um bom tempo para as obras serem concluídas. Com isso os estabelecimentos sentem o problema do desconforto para seus clientes. Queremos salientar que o Bangalô motel continua seus serviços aos clientes que buscam hospedagem, tenham cautela, mas continuam sendo várias as boas opções de entrada e saída. Agora na conjuntura das rodovias, o contorno é no trevo da Uglione ou por baixo do viaduto da Duque. Inclusive não conseguimos entender o motivo do DNIT não liberar a lateral que começa na Duque para desafogar o transito. Como a pista segue estreita no final, se fosse liberada a lateral nos dois sentidos, colaboraria com o trânsito. É tudo questão de gestão. E os veículos devem saber que em rodovias os contornos se tornam distantes um do outro. Porém tanto no Bangalô como em demais empresas, tem acesso, mas cuidado e cautela para entrar e sair com tranquilidade. Cuidando sempre a pequena sinalização instalada. Aceitamos este projeto, porém observando este viaduto, economicamente poderia ter sido, nos nossos viadutos gigantes já construídos e os que faltam ser terminados.