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Santa Maria, Quinta-Feira, 22 de Novembro de 2018 - Ano XIX - Edição 1249 - R$ 2,00
EDIÇÃO 1249 CIDADE 22 de Novembro de 2018
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Comércio na Romaria

Cidade: comércio romaria comércio
Foto sobre Comércio na Romaria
Arquivo: Material publicado na Edição 1249 do Jornal A Cidade.

Pautamos na solidariedade dando espaço para todos trabalharem, um motivo de virem a Santa Maria romeiros e devotos da Medianeira, estão focados na fé, agradecimentos e pedidos na interseção de Maria. A quem interessa então o comercio informal? Presumo que para os ambulantes, que no sábado já estavam acomodados, alguns dormindo no local preparando-se para o domingo, refeições alguns lanches ou levado junto com os produtos de venda. O Poder Público demarcou e comercializou alguns espaços sem prejudicar a procissão, mas como é comum no Brasil desrespeitar as instituições os visitantes procederam da mesma maneira, na passagem dos devotos invadiram canteiros centrais e laterais com seus produtos para serem vendidos. Na nossa visão a prefeitura não tem instrumentos para impedir essa acomodação no momento, e o mais grave a noite a sujeira tomava conta, a campanha do Padre Dotto de colocar o lixo no seu devido lugar não chegou a eles, o contribuinte que pagou a empresa que passou a noite limpando e carregando caminhões, um serviço extra necessário. Venderam, deixaram suas marcas e foram embora, um testemunho de um cidadão diz ele que vinha de Aparecida, ele entregava um santinho e uma fita da Medianeira “isso é grátis” dê o que o senhor quiser, solteiro R$20,00 e o casal R$50,00, perguntaram a ele qual era o destino do valor arrecadado, respondeu para pagar a minha viagem. Nas suas mãos ostentava mais ou menos umas 50 notas de vinte e cinquenta, e os devotos acreditando que ele foi credenciado acabavam colaborando com ele. Compete a prefeitura acabar com essa forma de autorização prejudica o comércio local, não gostam na cidade, suja a avenida e aquela linguagem eles precisam trabalhar, dos que lá estavam nem 5% eram daqui. Espaço tem negociar com o terminal Dom Ivo, com a Irmã Lourdes que concentre lá a acolhida dos camelos, terão que pagar evidente, mas para o ano que vem, não permitir a presença desse comércio de fronte ao Santuário. Me dizia alguém que isso faz parte da romaria, para nós faz parte a fé, a devoção, a religiosidade e não o comércio deste jeito. Abordamos essa pauta porque todos os anos repetem-se os mesmos fatos, não falta local inclusive onde é feito estacionamento dentro do parque, vamos acompanhar as ações da prefeitura, a ela compete autorizar ou proibir. Esse tipo de evento comercial em nada beneficia o município só prejudica.

Publicado originalmente na Edição 1249 · 22 de Novembro de 2018
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