Condomínios
Nesta última edição de julho, um dia especial do motorista e do colono, vamos dar uma trégua e voltamos a circular somente no dia 8 de agosto por motivos particulares. Essa pauta, quando se fala em condomínios horizontais ou verticais, que surja cada vez mais condomínios, principalmente comas casas maravilhosas com toda a estrutura para viver com iluminação, calçamento e limpeza por conta dos moradores, sem a interferência do poder público que ainda cobra IPTU sem fazer nada, recolhendo o lixo e cobrando taxas. Assim o município deveria funcionar melhor e incentivar esse tipo de investimento, porque economiza esse trabalho, ninguém ainda foi contra a cobrança do IPTU que muitas vezes é elevado pela área e pelo imóvel existente no terreno, dada a crise alguém vai buscar seus direitos. Falamos hoje sobre a modernidade, o síndico deve estar preparado hoje para gerenciar um condomínio a contento dos moradores, dependendo do tamanho não é fácil, o profissional desta área que até curso já tem para preparar, pela ganancia de trabalhar ganhando muito administram até 10 condomínios. Tem contabilidade, zelador e serviços terceirizados, tornou-se uma profissão rendosa que deixou de ser um voluntariado para o bem de quem ali reside. Deve estar acompanhando normas e leis atuais, com tanta transformação e inovações e as necessidades que um prédio hoje exige, tem que estar atento, na certa regulamentos e normas internas superadas precisam da convocação de uma assembleia para alterar as convenções existentes. Antigamente não tinha interfone nem portaria eletrônica, além da prevenção de incêndio e proibições legais, na certa os prédios mais antigos têm problemas para resolver. Outro fator que tem uma demanda permanente é quando é um prédio misto, o condomínio das lojas deve ser diferenciado dos apartamentos, na cultura local é tudo igual, o lojista não utiliza o zelador e nem o elevador, é justo pagar por algo que não utiliza? Questão de bom senso. No passado para ser mais prático era feita uma convenção geral, sem cálculos de divisão e em alguns casos tem bagunça e no dia que os lojistas discutirem vai ter problema, a loja faz parte, mas a justiça deve ser avaliada pelo bom senso, não é justo pagar o que não utiliza. Qualquer dúvida converse comigo. Jornal A Cidade em breve na sobreloja da galeria do comércio, frente para a Venâncio Aires.