Aviação se inovando
É bom recordar Santos Dumont que nasceu no dia 20 de julho de 1873 em Palmira – MG (Cidade que hoje leva seu nome) e faleceu em 1932 na cidade do Guarujá com 59 anos, triste e abatido pela sua invenção que hoje faz pairar dúvidas de quem foi realmente o inventor deste transporte aéreo com tanto espaço. Em algumas partes hoje até está reduzido e o principal é a inovação tecnológica que atingiu a aviação. Seu primeiro voo aconteceu em 23 de outubro de 1909, só 110 anos atrás, pessoas estudiosas e curiosos pensantes no futuro (Ao contrário dos políticos que só pensam no momento) poderiam imaginar que neste curto espaço de tempo tivéssemos no campo da aviação tanta tecnologia, criatividade e praticidade. Os descendentes dos imigrantes italianos que chegaram 1880 que chegaram através do navio a vapor por mais de 60 dias em alto mar sem as mínimas condições de higiene, hoje se faz o mesmo percurso em 10 horas de voo. É um mérito para Minas Gerais ter tido um filho dessa grandeza, se não aprovarem que foi o inventor mundial, pelo menos não foi esquecido e a sua insistência abriu os horizontes para que os sucessores fossem melhorando e colocando o sistema aéreo no patamar que se encontra hoje. É pouco para nosso Brasil pela falta de rodovias e problemas de transito, a aviação civil poderia reduzir custos e ligar as cidades com maior frequência, exemplo disso é Santa Maria que se tivesse 2 ou mais voos por dia para a capital, previamente agendados e com preço ao alcance de todos não faltaria passageiros. Com três empresas que se destacam no Brasil é difícil chegarmos nos anseios da população, deve ser feito como aconteceu com a industria automobilística, abrir as portas para o mercado estrangeiro porque a concorrência é sempre saudável, as pessoas sabem o quanto nos países europeus é utilizado o avião. Devemos salientar também a privatização de alguns aeroportos do país, conhecemos o de Porto Alegre e Florianópolis, em 12 meses dá para perceber a diferença do atendimento em ambos, um por uma empresa alemã e outra suíça, o setor público deve cada vez mais deixar que a iniciativa privada conduza investimentos e serviços.