Jornal A Cidade
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Santa Maria, Quinta-Feira, 4 de Julho de 2019 - Ano XX - Edição 1281 - R$ 2,00
EDIÇÃO 1281 CIDADE 4 de Julho de 2019
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A esquina da visibilidade

Cidade: esquina visibilidade
[ Foto sobre A esquina da visibilidade ]
Arquivo: Material publicado na Edição 1281 do Jornal A Cidade.

Estratégicas inovações permanentes de empresas que tem pessoas especializadas em buscar locais estratégicos com fácil visibilidade. Em nossa cidade não são poucas as firmas que estão se estabelecendo demolindo velhos casarões que escaparam do tombamento, quando alguém nem imaginaria que poderia ser um espaço útil dando ampla visibilidade para um ponto comercial. Muitas vezes a estrutura do imóvel é aproveitada, tudo é negociável, a rede de farmácias São João começou e inúmeros locais considerados impróprios e hoje apresentam uma visibilidade que atrai o consumidor e o mais importante é o estacionamento, com isso prosperou pela cidade e não são poucos os casos que encontramos estabelecimentos em locais que eram considerados impróprios no passado, os casarões foram abaixo e cederam espaço. Em alguns em andamento constatamos outra farmácia na Professor Braga com a Pinheiro Machado, quem imaginaria aqueles prédios transformados em pó, abrindo espaço para um estacionamento que irá dar dor de cabeça para o estabelecimento, mas é bom pelo aproveitamento. Outra esquina que acreditamos que será transformada é a da Ângelo Bolson com a Presidente Vargas, achamos a renovação da cidade positiva, já temos uma cidade que por alguns visitantes é considerada sem cuidado, velha e abandonada, as pessoas diferentes de outras cidades, acostumamos a andar pelas ruas com total liberdade na escolha de como se vestir, quando aparece alguém de gravata é estranho, poucos profissionais costumam andar elegantemente vestidos. Por isso cresceu o comércio de jeans, mas é a nossa simplicidade e a solidariedade que possuímos que nos diferenciam. Que venham outras empresas com esse espirito inovador, prédios antigos não devem ser tombados, devem ceder espaço para obras que possam produzir e não só gastar, a história deve existir através de papel e livros e não construções de alvenaria velhas e sucateadas quase caindo ou tendo um fim melancólico como a Sotéia que poucos sabem o que foi e onde era, os livros contam. Bem-vindas empresas que trabalham desta maneira.

Publicado originalmente na Edição 1281 · 4 de Julho de 2019
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