Alerta para o escorpião amarelo
O aumento do número de escorpiões amarelos encontrados em Porto Alegre serve de alerta as demais cidades do Estado. Na capital eles triplicaram esse ano em relação a 2017. Dois motivos foram apontados pela Vigilância em Saúde para essa incidência: por estar se reproduzindo com mais facilidade e a preocupação das pessoas em reconhecer o animal e depois comunicar aos órgãos responsáveis. Dentre as orientações para evitar o aparecimento, o órgão orienta para que as pessoas evitem a criação de ambientes, que facilitem abrigo ao escorpião, tais como aqueles escuros, úmidos e com entulhos, os quais juntam baratas e ratos. Segundo os especialistas do setor, esse animal não salta e nem enxerga, apenas reage ao ser tocado, por isso deve-se matar o escorpião com segurança sempre, de preferência cortá-lo a fim de garantir sua morte. Mas, para evitar incidentes, ao visualizar o escorpião amarelo pode-se ligar para o 156 e discar a opção seis, da Vigilância em Saúde. Picadas: Se for picado, procurar um hospital que tenha o soro antiescorpiônico. Em Porto Alegre só existe no Hospital de Pronto Socorro. Em Santa Maria, não existe registro de casos, garante o médico-veterinário Carlos Flavio Barbosa da Silva, da Vigilância em Saúde, contudo é preciso cuidados para evitar o aparecimento e a proliferação. É necessário, “limpar e manter limpo os ambientes”, bem como permanece inalterado a precaução e evitar o aparecimento de qualquer tipo de animais, especialmente ratos e baratas. Conforme o veterinário, o escorpião amarelo não é um inseto e sim um aracnídeo, que se adapta ao meio por isso o uso de inseticidas não faz efeito. Informações: na Superintendência de Vigilância em Saúde, na Rua Tuiuti, 1926 ou ligar para: 3921.7159