Jornal A Cidade
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Santa Maria, Quinta-Feira, 13 de Setembro de 2018 - Ano XIX - Edição 1239 - R$ 2,00
EDIÇÃO 1239 CIDADE 13 de Setembro de 2018
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A porta para a educação

Cidade: alfabetização porta educação
[ Foto sobre ALFABETIZAÇÃO ]
Arquivo: Material publicado na Edição 1239 do Jornal A Cidade.

Considerada a porta para a educação de qualidade, a qual deve ser mantida sempre aberta, ao longo da vida do indivíduo, alfabetização é rememorada no mundo nesse 8 de setembro. O Dia Mundial ou Internacional da Alfabetização foi instituído pela ONU e pela Unesco, em 1968 com a intenção de fomentar a alfabetização em vários países e dada a sua importância pára que sejam discutidos os rumos da educação no mundo. Vale lembrar que, a alfabetização não é apenas o processo de aprendizagem de ler e escrever, mas também um dos elementos responsáveis pelo desenvolvimento de um país. Vários países assumiram o compromisso de combater o analfabetismo, um esforço constante e, diante dos recentes dados comprova-se a sua prioridade. No Brasil, em tempo campanha eleitoral para presidente, entre outros cargos, a educação está sendo enfatizadas, com muitas promessas de mudanças nos currículos, e para a formação e nos salários dos professores, principalmente o investimento no ensino fundamental, para evitar as dificuldades, quando os alunos chegam ao ensino médio. O município, por sua vez, desenvolve ações e programas que visam a formação das escolas da rede. Conforme o coordenador dos anos iniciais, da Smed, professor Luís Moraes, o encontro de formação de professores da base territorial (municipal e estadual) , pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), iniciado em 2013 com encerramento nesse mês, pra professores do 1º a 3º ano e de educação infantil, além do Programa Mais Alfabetização (1º e 2º ano) de escolas consideradas vulneráveis. Também as escolas buscam desenvolver a alfabetização por meio de outras atividades, como festivais literários e momentos de formação. Idade certa: O professor explica que, hoje, as crianças devem estar com seis anos no 1º ano, sete anos, no segundo e com oito no terceiro, para tanto precisam dominar a leitura, escrita, fora disso, já há uma distorção para aquelas que não se alfabetizam. Na ocasião não são reprovadas e sim, retidas no bloco pedagógico, com cuidados para o ano seguinte. A prefeitura busca sempre melhorar as metas, pois as escolas têm muitas diversidades, devido as vulnerabilidades, salienta o professor. Leitura: é de suma importância começar no inicio da trajetória estudantil mas ainda no convívio familiar estimular a leitura e menos o acesso a aparelhos eletrônicos, no Brasil e aqui recentemente a escola Dom Antonio Reis classificou-se em segundo melhor do estado e constatou as crianças o quanto são leitores e alguns até escritores, o governantes que investirem na educação na sua gestão farão a diferença.

Publicado originalmente na Edição 1239 · 13 de Setembro de 2018
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