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Santa Maria, Quinta-Feira, 2 de Agosto de 2018 - Ano XIX - Edição 1233 - R$ 2,00
EDIÇÃO 1233 CIDADE 2 de Agosto de 2018
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Hospedagem para idosos

Cidade: hospedagem idosos queira
[ Foto sobre Hospedagem para idosos ]
Arquivo: Material publicado na Edição 1233 do Jornal A Cidade.

Queira ou não a população brasileira cada vez mais está envelhecendo e aumentando o contingente, ainda bem que os aposentados federais não tiveram parcelamento, continuam recebendo e já neste mês seguinte 50% do décimo terceiro. Além do SUS que existe uma arrecadação fantástica, mas não corresponde a ansiedade e necessidade no momento atual. Hospitais lotados, sem espaço, faltam medicamento é necessário acionar a justiça para conseguir até mesmo internações. Os planos de saúde existem ainda bem que conseguem amenizar a situação atual, ninguém se deu conta em lançar um plano assistencial com toda a estrutura inclusive hospedagem, poderia ser a iniciativa privada assumir este mercado de futuro. Como os hospitais não tem espaço, familiais atualmente pequenas, no passado não havia tantas doenças como agora, e eram famílias numerosas, facilitando os cuidados com os idosos. Devem os pensantes do futuro, motivar e planejar casas ou prédios para idosos, com toda a estrutura, sempre buscando a prevenção, pode alguém dizer que o custo será elevado, é possível fazer o diferencial. Mas é o destino de hora em diante na hospedagem de pessoas com determinada idade, Santa Maria lá distante no passado foi criado o Asilo das Vovozinhas, depois mudou para Lar das Vovozinhas. E hoje entre abrigos e casas já visando lá adiante são dezenas, e cada vez mais os empreendedores nesse tipo de serviço procuram qualificar dando aos filhos a tranquilidade e segurança que o seu familiar sente-se bem e está bem cuidado. Tomamos conhecimento há poucos dias que nos asilos atuais por determinação da lei, aposentados com um salário superior ao mínimo não podem residir lá, bem como, portadores de determinadas doenças é vetada a sua permanência por força de lei. Para onde irão então? Se a justiça quer cumprir a lei que o faça também, que os governantes acolham esse tipo de pessoas, a situação vem se agravando é só acompanhar como sabemos pessoas de idade muitas vezes sem filhos, solteiros ou os filhos não tem tempo de dar atenção a ele. É preciso a lei que cumpra, mas também o bom senso, o bom entendimento é sempre necessário. E aquele batalhão de voluntários que costumavam dar assistência aos asilos, aos poucos pela idade e cansaço vão desaparecendo a juventude não assume esse papel. É uma fatia de mercado tentadora que muita gente ainda não despertou para investir no segmento, mas é a realidade que todos nós poderemos enfrentar.

Publicado originalmente na Edição 1233 · 2 de Agosto de 2018
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